Dia 31 de janeiro de 2024, minha filha, que morava fora do Brasil, veio visitar. Ela me pediu pra que o pai dela fosse buscá-la no aeroporto e eu concordei, porque já estava pensando que realmente não queria esperá-la no aeroporto se ele estivesse lá. Mais tarde, ela me mandou mensagem que iria almoçar com o pai e eu disse novamente que estava tudo Ok. Em fevereiro, veio a fatura de um cartão que eu já havia cancelado com um gasto em restaurante no valor de R$ 245,21. Na hora, pensei haver algum engano, até que me dei conta do que realmente havia ocorrido: a conta corrente que eu estava usando era usada anteriormente pelo meu ex marido. Eu sempre fui a titular principal e ele o 2o titular, mas ele que usava a conta. E foi ele quem mandou fazer o cartão Visa no meu nome com 2 adicionais: um para ele e outro para nossa filha. Quando nos divorciamos, eu passei a usar esta conta, a qual deixou de ser conjunta com ele, e cancelei o cartão Visa. Mas realmente nem lembrava dos cartões adicionais no nome dele e no dela, os quais não foram cancelados. No dia que ela chegou ao Brasil e almoçou com ele, ela me contou que ele perguntou se ela ainda tinha o tal cartão no Apple Pay do celular dela e ela disse que sim. Então ele disse “Vamos ver se ainda funciona?” Obviamente, ela não tinha ideia de quem pagava a fatura deste cartão, pois ela o recebeu ainda bem jovem, com uns 14 anos. E foi assim que ele pagou o almoço dele com nossa filha com um cartão cuja fatura era paga por mim. Não preciso contar o quão furiosa fiquei. Chamei minha filha, contei o que ele havia feito e disse pra ela que eu pagaria a fatura e não reclamaria para ele. Brigar com ele só ia me desgastar e era o que ele queria, me cutucar e fazer com que eu fosse discutir com ele. Demorou 1 semana para eu me acalmar.
Mau caráter


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